sábado, 5 de março de 2011

2º e 3º anos e os jogos cooperativos

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Já a proposta de trabalho com os 2º e 3º do Ensino Fundamental ficou limitada aos jogos cooperativos, na tentativa de mostrar-lhes que o objetivo principal é jogar “com” e não “contra” os demais participantes. E o mesmo foi feito nessas séries, desenhar o que tinha entendido sobre o que é cooperar, jogar junto. Sem que haja vencedores ou perdedores.

Com essa avaliação pude notar o pouco entendimento deles acerca do que foi explicado ou do que lhes foi pedido, mas é interessante perceber, ainda assim, que alguns conseguiram entender e indentificar os jogos em que a cooperação se faz presente. e como é mais gostoso brincar assim.

















quinta-feira, 3 de março de 2011

Jogos pré-desportivos e cooperativos

As aulas de 2011 iniciaram a pouco mais de um mês e a proposta de trabalho, para as crianças dos 4º e 5º, foi os jogos pré-desportivos, e em paralelo a isso vivenciar alguns jogos cooperativos e demonstrar a diferença entre a competição e a colaboração.

Por uma ilustre coincidência, esses dias estava lendo o blog do LUDocência, do professor Guilherme Freitas, e descobri que iniciamos o ano com o mesmo conteúdo: atletismo.

Antes de iniciarmos as nossas vivências contei para eles a história do atletismo, como era praticado pelos povos antigos, como suas habilidades servem de base para a prática dos demais esportes e as provas existentes. Realizamos atividades de corrida, corrida com revezamento, salto em distância e salto em altura e procurando sempre destacar a competitividade entre eles, a diferença entre meninos e meninas, o respeito às regras. Após 4 aulas realizei uma aula com jogos cooperativos e mostrei a diferença entre os jogos: um exclui os participantes por possuírem diferentes níveis de habilidades e pela compreensão das regras no outro o objetivo principal é que todos participem e se divirtam, independentemente das suas habilidades.

Ao final desse processo entreguei papel e lápis de cor para cada um deles e pedi-lhes que desenhassem ou escrevessem aquilo que eles aprenderam durante as aulas e eis aqui os resultados.


















terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

A dispensa em Educação Física quer dizer que o aluno não precisa praticar atividades nem comparecer à aula?


Desde 1996, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) considera a disciplina obrigatória. Portanto, a dispensa só pode ocorrer em situações específicas, quando o aluno comprove estar trabalhando mais de seis horas diárias, tenha filhos, esteja cumprindo o serviço militar ou demonstre impossibilidade por razões de saúde. Dessa forma, é fundamental proporcionar, mesmo aos alunos com limitações físicas, a oportunidade de participar de atividades. As aulas devem ser uma oportunidade para ampliar os conhecimentos sobre as práticas corporais existentes, em atividades teóricas, uso de vídeo ou música. E os dispensados devem, de qualquer maneira, estar presentes.


Consultoria Marcos Garcia Neira, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: Revista Nova Escola